sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Reiniciar...

É bastante confortante poder exercitar na íntegra a derivação do verbo iniciar. Essa máxima se fáz presente porque nos tranquiliza saber que estamos tendo a chance de rever posicionamentos, posturas, desempenhos e literalmente zerar mazelas que em muitas das vezes nos rotulam como inexperientes, primários ou na pior das hipóteses, incompetentes. Mas, por que o ser humano, todas às vezes, espera por essas oportunidades? Sabem ou esquecem que um dia, a longo ou médio prazo, estarão em situação de que necessite recomeçar? Deus, na sua essência, nos dá a prerrogativa do "livre arbítrio" que possibilita revermos os caminhos percorridos, retornando por eles mesmos e acertando o que ficou para trás reordenando e realinhando esses mesmos posicionamentos e perfis, reconquistando a credibilidade no meio que vivemos. Mas, nem sempre um companheiro de longa data nos deixa enxergar isso. Esse tal "companheiro" se apresenta em determinadas fases de nossas vidas, normalmente quando nos descobrimos capazes de dar nossos primeiros passos como indivíduos "adultos" ou pseudo-emancipados. O "ego". Esse "companheiro" é imensamente delicado, perigoso, implacável e detestável, principalmente quando percebe que pode se sobressair no meio que permeia.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Contemplando a natureza, genitora espiritual.


O espírito da natureza está em todos os lugares, e, na maioria das vezes nos acessa de maneira tênue não interferindo diretamente em nossas escolhas em nossos "livres arbítrios". Particularmente se atendo aos seres vivos, flora e fauna, é sublime contemplar o balé das folhas ao vento acariciando as copas das árvores. Testemunhar que furtivamente pequenos animais como: pássaros, gaviões, urubus, jacus, patos selvagens,... explorando cada palmo do ponto geométrico que na retrogradação desta viagem de saudosas lembranças de um dos lugares mais bonito e espiritualizado que tive a oportunidade de estar, mesmo que próximo à cidade, o Parque Nacional do Itatiaia-RJ, fora grandiosamente deslumbrante, gratificante e mágico.
Aquele vasto ambiente, lindo e misterioso, também, é o habitat do arisco lôbo-guará, do leão da montanha e de tantos outros seres igualmente exuberantes, cada qual a sua espécie, que ladeiam as trilhas à beira das corredeiras que despencam nas encostas do maior maciço da região.
Com a decência da honestidade e a franqueza sincera da humildade, respeitosamente curvando-se aos Mestres que habitam cada cardeal, fazendo tranquila introspecção, revendo posicionamentos em tom de remissão, limpando-se espiritualmente são exercícios recomendáveis quando se tem a chance ímpar de visitar um lugar como esse. Foi exatamente o que procuramos com tranquilidade fizer . Um grupo que a pouco mais de três anos se reúne, mensalmente, com paciência e disciplina, exercitar o autoconhecimento na tentativa de melhor viver, de melhor enfrentar o que está reservado a cada um de nós, de melhor servir ao próximo (nossos irmãos), fazendo o bem sem olhar a quem (sem esperar retribuição), de banir o julgo de tudo e de todos.
Após essa bênção, retornando ao mundo real, aos nossos afazeres em nossas vidas atribuladas, sentir-se diferente e radiante, mais amável e afável no contexto, mais tolerante, mais convicto e consciente sobre o que realmente somos para aí começar a enxergar o verdadeiro significado das palavras “irmão” e “amor”. Eis a maior recompensa divina.
Luz e paz.

domingo, 19 de setembro de 2010

Despertar do espírito


Por que não voltamos a respeitar as forças espirituais que estão e sempre estiveram latentes no mundo que "conhecemos". Por que não tentamos, com o coração, entender a vida pela ótica do seres mais antigos... Certamente não me refiro friamente à ciência, mas, a espiritualidade... Todos sabem, pois, aprendemos nos primeiros bancos escolares, que as plantas são seres viventes que, assim como nós, precisam de luz para manterem-se saudáveis, para realizar suas transições no desenvolvimento das suas espécies... Tudo assim como nós, racionais e sutilmente os irracionais (puros e verdadeiros). Quando aqui chegamos, eles, já estavam plantas e animais. Nós somos os invasores. Não temos o direito de destruir e sim, com amor, de preservar, para preservar, também, nossa espécie animal.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O tempo...


Minha pequena visão de algo tão esplendoroso é tão ínfima quanto uma partícula de poeira na imensidão do espaço. Este pensamento é sobre o imensamente inimaginável que permeia as existências de tudo o que conhecemos, seja lá onde for e que expande do Cosmos, retornando numa escala menor ao nosso planeta. Da geração ao nascimento, do crescimento e aprendizado ao amadurecimento e finalmente a passagem. Ele é o "Senhor" de tudo, pois não reconhece barreiras e não respeita nada ou ninguém. Não existe e nunca existiu opositor que o confrote ou confrontasse. Todavia, não nos cabe deixar que o tempo decida por nós, mas sim, saber reconhecer e fazer o melhor com o tempo que nos fora dado.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A Vaidade - 2ª parte ...


Análisando mais brandamente esse sentimento humano, salvo melhor juízo, seria o simples fato de querer atrair a admiração e elogios dos outros. Outra forma menos inocente está calcada no extravagante desejo de enaltecer pontos positivos camuflando os negativos, às vezes tarefas quase impossíveis, pois por serem em maioria saltam aos olhos de qualquer um que, mesmo remotamente, convive.

Como diminuir esse aspecto por demais pernicioso e que assola a alma humana?

Por mais que se encontre em qualquer literatura espiritualista, espírita, filosófica, cristã, protestante, hinduísta, cabalista, etc., não se esquecendo das ordens iniciáticas, continuamos nos deparando com exemplos contemporâneos desse mau costume que é endêmico, degradante, repulsivo que corrobora com a treva, que subsiste a humanidade.

Observar e testemunhar posicionamentos arrogantes, prepotentes e presunçosos é algo corriqueiro.

Quando somos abordados ou “atacados” com esse tipo de comportamento, reativamente e completamente equivocados, respondemos da mesma forma achando que é a maneira correta, adequada e oportuna não demonstrando fraqueza para com outro.

Agir errado e logo em seguida, no primeiro aperto, rogar aos céus, a Deus (Católico ou Protestante), a Oxalá ou Zambi, Shiva, a Buda ao G∴A∴D∴U∴, que ajude, pois, não é merecedor de estar passando por isso e aquilo, etc., mas logo em seguida, repete tudo da mesma forma, muitas das vezes colocando pitadas generosas de requintes de crueldades para com o próximo.

Vizinhos, economicamente abastados, menosprezam, ignoram outros por conta das suas posses, suas posições sociais;

Nos ambientes de trabalho muitos “chefes” não tratam seus subordinados com o devido respeito e atenção;

Autoridades (policiais, etc.), não se dirigem aos cidadãos tratando-os com urbanidade;

Políticos, após diplomados com os cargos impolutos que se propuseram concorrer, envolvem-se em escândalos, negociatas, falcatruas, onde seus eleitores são os prejudicados e surpreendentemente esquecidos; E outros diversos casos que certamente encheriam páginas e páginas relatando ridículos exemplos deste sentimento torpe que é regurgitado a todo tempo causando náuseas.

Uma coisa é certíssima, tudo isto está em desacordo com o que é divino, com a verdadeira essência etérea.

Pensemos profundamente para melhor avaliar nossas posturas analisando o que realmente somos, por que somos e o que pretendemos, para melhorarmos como seres humanos, como filhos, esposos, pais; colegas, amigos, como Maçons na concepção da palavra.

Ao final de tudo se a visão da consciência indicar falha de conduta e condenar, mesmo assim, nunca será tarde para rever o caminho percorrido, se desculpando e recomeçando de maneira íntegra, justa e perfeita.

Bom! É só um pequeno pensamento a respeito do assunto, logicamente não representando a luz da verdade, pois, cada qual tem a sua.

O que é certo para uns, pode não ser para outros.

Há quem chame de “livre arbítrio”, todavia não é tão livre como pensam.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A vaidade...


A vaidade é a pior das imperfeições da raça humana. Ser o 1º vigilante do nosso "ego" é importantíssimo para que essa vaidade não finque alicerces indestrutíveis. Todavia se, de coração, reconhecer essa fraqueza que nos torna, inclusive intolerantes e muitas das vezes visíveis aos olhos daqueles que nos cerca, o perdão será como balsamo que acalentará o próprio coração e não mais terá forças para repelir as boas e sinceras amizades.